A santidade é uma vaidade

imperfeicoes

Embora possamos ser salvos, e consequentemente transformados em novas criaturas, a verdade é que continuamos sendo essencialmente maus, e contrários aos padrões do que seja correto segundo o Evangelho.

Nossa tendência natural sempre será a de nos entregarmos ao que faz mal, a nós mesmos e aos outros; isso porque nossa natureza é distorcida desde que nascemos, e no nosso interior sempre haverá uma maldade latente.

Por isso, “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos.”

Podemos repetir o que Paulo falou, “Miserável homem que eu sou!”, pois “Não há um justo, nem um sequer”.

Então, nesse sentido, se achar “santo” é uma grande vaidade.

A percepção de santidade que temos de nós mesmos, pode ser uma grande armadilha que nos leva ao orgulho e arrogância, tal como na parábola do Fariseu e do Publicano.

Quem cai nesse engano, começa a ver as pessoas por “níveis espirituais”, classificando as pessoas por “maiores e menores”, “fortes e fracos”, as dividindo em “castas” .

Mas no final, a gente tem que reconhecer que é só pela Graça mesmo que dá para declarar sem medo a certeza da salvação, mesmo com consciência das nossas imperfeições. (Fp. 3.12,15).

De outro modo, todos estariam perdidos, mesmo aqueles que supostamente alcançaram o “nível espiritual” de um “apóstolo” ou “profeta”.

Por isso a glória é só para Ele, o único que é essencialmente bom.

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