Como um legalista prega

1) Eles sempre usam termos verdadeiros, mas com significados deturpados. Por exemplo: “Evangelho”, não é O Evangelho, a mensagem de Cristo, mas tradições humanas. “Espiritualidade” se refere à religiosidade. “Princípios”, nada mais é do que moralismo;

2) Eles falam uma verdade para depois introduzir um erro. Por exemplo: Falam de promiscuidade, que reduz a pessoa a um objeto e pedaço de carne, e logo depois complementam falando sobre “batom, brincos, tatuagens.” etc. botando tudo no mesmo pacote;

3) Eles não tem coragem de pregar contra a determinados pecados, como corrupção, para não atingir determinadas pessoas com influência. Mas em contrapartida, são ousados para repreender pessoas sem status ou influência, que vão para uma passeata ou comício;

4) Eles mandam as pessoas de outra religiões para o inferno, mas quando é conveniente usam as práticas dessas religiões para defender seu ponto de vista. Por exemplo: Os budistas podem ser reconhecidos pelas roupas, então nós temos que ser também;

5) Eles nunca contextualizam passagem que vão contra o que eles defendem. Exemplo: Gálatas só é usado para falar sobre a circuncisão e o sábado dos judeus, mas não aplicam o mesmo princípio para as leis/regras criadas pelas religiões atuais;

6) Eles pregam que “o que foi pecado ontem, continua sendo hoje”, porque a “Palavra não mudou”… Menos ser legalista. Para eles, legalismo foi algo condenado no passado, somente para os judeus; hoje é “zelo” pela “sã doutrina”;

7) Eles justificam seu legalismo, pela existência da libertinagem, ou seja, querem combater um mal com outro;

8) Eles escolhem os textos para serem interpretado literalmente quando convém. Exemplo: Quando Jesus disse ao jovem rico para se desfazer de toda sua riqueza, eles falam que “Jesus não quis dizer bem isso”. Mas quando Paulo disse que os homens não deviam ter cabelo comprido, eles falam que “era exatamente isso que Deus quer, é pecado ter cabelo longo”. Assim eles relativizam quando querem, e são inflexíveis quando convém;

9) No começo eles ensinam para os “descrentes” que algo é errado. Aí depois que essa ideia [de que determinada coisa seja pecado] está difundida entre os “descrentes”, eles dizem aos crentes para não fazê-la, não por que seja pecado, mas para não dar motivo “dos de fora” falarem mal da igreja, sendo que foram os próprios religiosos que difundiram essa ideia de “pecado”, não as pessoas “do mundo”;

10) Se uma coisa é verdadeiramente inconveniente, e pode enfraquecer a fé de um irmão mais fraco de consciência, eles não ensinam a Palavra para que com o tempo, as pessoas ganhem maturidade, antes tornam a pessoa cada vez mais escandalizada e fraca de consciência, para que sempre observem o conjunto de regras, pois enquanto houver o “escândalo”, as regras serão justificadas.

11) Eles são seletivos na escolha das coisas “do mundo” que são pecados. Por exemplo: É “pecado” usar roupa e escutar músicas que pessoas não convertidas usufruem. Mas buscam e valorizam o luxo e o conforto, em suas casas e em seus templos, assim como mundo busca; “porque se os incrédulos tem do bom e do melhor, quanto mais nós, que somos o povo de Deus.”

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