A grandeza de Deus

“Grande é o SENHOR, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inescrutável.” (Salmos 145.3).

Há algum tempo atrás a curiosidade do homem em relação ao universo se limitava até onde o olho nu conseguia alcançar; mas com o tempo isso foi mudado graças a elaboração de instrumentos como o Telescópio Hubble, que desde 1990 está em órbita, e que tem ampliado essa visão estreita espaço.

Quanto mais a ciência avança, e mais descobertas são feitas, maior e mais complexo se apresenta a obras de Deus, e menores e franjeis a humanidade se mostra, como pequenas partículas que compõe algo que nem imaginamos; tornando ainda mais inviável acreditar que do nada surgiu tudo, e que tudo se mantém do nada.

Olhamos para a imensidão do universo, e vemos toda a harmonia de cada ser e matéria, devidamente alinhada em seu lugar; se torna difícil não notar que há um criador “regendo” desde os menores dos seres, aos maiores corpos celestes.

Sistemas milimetricamente postos em ambientes e condições adequadas, interligados à outros sistemas, formando assim um processo tão complexo, que seria impossível existir do acaso.

Cores, formas, e ciclos que se renovam, dão testemunho do Criador.

O salmista escreve:

“Os céus proclamam a sua justiça, e todos os povos contemplam a sua glória.” (Salmos 97.6).

Paulo reitera:

“[…] as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis.” (Romanos 1.20).

O universo conhecido é apenas um pouco, que manifesta a grandeza e glória de Deus; é só um fração do que Ele criou, dentre tantos outros universos, dimensões de tempo e espaço que não podemos ao menos conceber, e pesquisadores afirmam que a tudo momento o universo está se expandindo em todas as direções em uma velocidade cada vez maior; “[…] Meu Pai trabalha até agora […].” (João 5.17);

Dessa maneira, podemos afirmar então que a ciência nem sequer “arranhou” a magnitude do universo, por isso o apostolo declara:

“O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Romanos 11.33-36).

As nuvens são o pó dos Seus pés, e os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam o conter, Ele não se encontra dentro de templos, e não é possível delimita-lo com religiões. (1 Naum 1.3, 1 Reis 8.27).

“[…] o Altíssimo não habita em casas feitas por homens. Como diz o profeta: O céu é o meu trono; a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? diz o Senhor, ou, onde seria meu lugar de descanso? Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas? O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor dos céus e da terra e não habita em santuários feitos por mãos humanas.” (Atos 7.48-50, 17.24).

Ele é o que chama pelos nomes todas as estrelas, e o Seu entendimento é infinito (Salmos 147.4-5), Deus está muito além das limitadas faculdades intelectuais dos homens, Ele não pode ser explicado, provado ou entendido por filosofias e teorias, ou mesmo ser visto por homens (Êxodo 33.18-20).

“Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir.” (Salmos 139.6).

E se mal podemos compreender a criação, se o cosmos aparece insanamente gingante, quanto mais o Criador, que é a existencial fonte de tudo?

De fato, não há palavras que possam expressar a grandeza de Deus, e, na verdade, elas são desnecessárias, pois a grandeza está dito e exposto no que podemos ver.

“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz. A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo […].” (Salmos 19.1-4).

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